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A altitude afeta o nível de energia de uma pessoa?


Níveis reduzidos de energia em grandes altitudes são um fenômeno bem conhecido. De fato, os atletas geralmente treinam em grandes altitudes para melhorar seu desempenho no nível do mar. Não é incomum sentir fadiga e até perda de peso se você subir, treinar ou viver em grandes altitudes. Embora vários fatores sejam responsáveis ​​pelo aumento da fadiga, existem etapas importantes que você pode executar para minimizar o efeito que as grandes altitudes têm sobre seus níveis de energia.

Oxigênio reduzido

O oxigênio reduzido é um dos principais desafios metabólicos que você enfrenta em grandes altitudes, o que geralmente resulta em desequilíbrio energético. A capacidade do seu corpo de fornecer oxigênio aos músculos é bastante reduzida em grandes altitudes, causando uma queda perceptível de energia rapidamente após a exposição. Essa disponibilidade e entrega diminuídas de oxigênio desencadeiam mudanças agudas no equilíbrio do ATP. O ATP é uma molécula multifuncional de alta energia responsável por armazenar e fornecer energia a todas as células do seu corpo.

Aumento das despesas

A capacidade reduzida de oxigenar seus músculos e tecidos em grandes altitudes desencadeia um efeito dominó, fazendo com que seu corpo use mais energia do que o necessário ao nível do mar. Quanto menos oxigênio você tiver, mais seu corpo precisará trabalhar. É por isso que uma atividade equivalente, como caminhar, realizada ao nível do mar, deixará de causar a mesma quantidade de fadiga. Como você deve gastar mais energia em grandes altitudes, notará uma queda de energia.

Apetite e Absorção

Perda de apetite e má absorção são dois fatores adicionais relacionados a problemas de energia em grandes altitudes. O oxigênio reduzido diminui a capacidade do seu corpo de absorver e assimilar os nutrientes da sua dieta, o que diminui a quantidade de energia disponível para suas células e tecidos. Além disso, essa cascata de interrupção de energia reduz o apetite, responsável pela perda de peso em grandes altitudes. Assim, causa um ciclo de aumento da produção de energia, mas diminuição da entrada de energia, tornando inevitável a redução da energia.

Nutrição

A nutrição é a principal defesa contra a fadiga em grandes altitudes. Em particular, grandes altitudes desencadeiam um aumento na necessidade de carboidratos. Ao aumentar seu consumo de carboidratos, você pode mitigar com eficiência os efeitos adversos da energia em grandes altitudes, de acordo com uma revisão publicada na edição de março de 2011 do "Journal of Royal Army American Corps". Também é uma boa idéia dar tempo ao seu corpo para se adaptar a grandes altitudes. Uma vez que seu corpo se ajusta, ele se torna melhor no equilíbrio da energia, resultando em menos fadiga.